Carlos Issa

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(São Paulo, 1971)
Vive e trabalha em São Paulo
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Carlos Issa é músico, designer e artista plástico. Desenvolve desde 1999 o projeto de música experimental Objeto Amarelo, com o qual produz álbums e instalações e projetos sonoros, tendo se apresentado no exterior, em Buenos Aires, Lima e Nova York, e em eventos culturais e multimídia no Brasil, tais como Videobrasil, Eletronika e Bienal de São Paulo. No campo artístico, Issa trabalha com materiais simples e efêmeros, desenvolvendo composições abstratas a partir de papéis e tintas variados, fitas adesivas, lápis, canetas hidrográficas e moldes de letra sete, antigamente utilizadas no design, na criação de letreiros e cartazes. Para o artista, a disposição harmoniosa dos elementos no espaço, tanto plano quanto tridimensional, traduz a essência primordial da obra, que independe dos meios necessários para atingí-la. Ordenando e justapondo formas assimétricas e representações verbais incompletas ou em processo de formação, Issa procura por composições universais que transcendam barreiras temporais e geográficas. Sua pesquisa envolve desenho abstrato, arte sonora, design experimental e fotografia.
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Issa participou de diversas exposições coletivas no Brasil e no exterior, tais como 32th Coopy RIghOTs – we MADE it READI, in Brazil (8. Salon, Hamburgo, Alemanha, 2014), Banana Boat (Alvaro Razuk Arquitetura, São Paulo, 2014), 29ª Bienal de São Paulo (São Paulo, 2010), TRANSFER (Pavilhão das Culturas Brasileiras, Parque Ibirapuera, São Paulo, 2010), Rojo@Nova (Museu da Imagem e do Som, São Paulo, 2010), Oidaradio (Paço das Artes, São Paulo, 2008), Tropical Punk (Whitechapel Gallery, Londres, 2007), DOBRA (Ferme du Buisson, Paris, 2007) e 13º Festival de Arte Eletrônica VideoBrasil (São Paulo, 2003). Realizou duas individuais: Numático (galeria LOGO, São Paulo, 2013) e Música Lenta (Galeria Polinésia, São Paulo, 2007). Organizou e participou de exposições independentes, definindo uma prática expositiva “do it yourself”, que antecipou no final dos anos noventa a multiplicidade de meios e veículos para a circulação da arte, e também a idéia do artista como curador. Publicou ainda uma série de livros de artista que podem ser encontrados em espaços dedicados, como a Printed Matter, em Nova York, a Tijuana, em São Paulo e a Beachlondon, em Londres. Atualmente prepara a próxima coletiva da LOGO, Super Colina, que abre no dia 2 de dezembro de 2014.

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