Doma

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(Buenos Aires, 1998)
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Inspirados pelo conceito de que toda ação estimula uma reação, o coletivo argentino Doma cria universos fantásticos, absurdos e por vezes lúdicos, que diretamente referenciam a sociedade onde vive. O grupo, formado por Mariano Barbieri, Julian Pablo Manzelli, Matias Vigliano e Orilo Blandini, surgiu em 1998 em meio ao colapso político e econômico da Argentina, e de imediato assumiu uma postura crítica, apesar de otimista e divertida, ao contexto caótico por qual passavam. A partir de intervenções urbanas, o Doma tornou-se um dos coletivos mais importantes no final dos anos 90 em Buenos Aires. Atualmente, o Doma transita em diversas mídias, especialmente audiovisuais, realizando animações, filmes, desenhos, serigrafias e esculturas, que normalmente são inseridas em grandes instalações. Seus personagens e bonecos de pelúcia monumentais não só desafiam a percepção, mas também oferecem estímulos alternativos e pontos de vista inusitados, forçando o espectador a uma reação ativa.
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Os artistas do Doma têm formação em design gráfico, audiovisual e ilustração pela Universidade de Buenos Aires (UBA). Em maio de 2008, inauguraram a galeria Turbo com o objetivo de exibir e promover artistas locais, além de suas próprias iniciativas. Como coletivo, o grupo desenvolveu projetos e exposições nos principais centros de arte do mundo, dentre elas Buenos Aires (Contemporáneos II, Malba, 2003), Berlim (No Tango, 2004; Stupid Tank, Planet Prozess, 2007; Carne Tour, Berlin Neurotitan Gallery, 2009), Nova York (Doma Exhibition, Zakka Corp., 2004), Barcelona (Doma Show, Maxalot, 2006), México (Pictoplasma, 2006-2007), Santiago de Chile (Transferencia, Feria ChaCo, 2011), São Paulo (Templo Criptométrico, 2012) e Toronto (This is Not a Toy, Design Exchange, 2014).

obras