Fabio Zimbres

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Fabio Zimbres é uma lenda da história em quadrinhos alternativa. Seu traço peculiar e suas publicações independentes (zines) o transformaram em um colaborador frequente das editoras mais inovadoras da França, Estados Unidos e Espanha. Também é notável seu trabalho para perpetuar a espécie maudita (com U mesmo) da qual faz parte através da seção Maudito Fanzine que editava dentro da finada revista Animal; como curador da mostra TRANSFER; ou ainda publicando o trabalho de outros artistas com sua própria editora, a Tonto. Possui uma relação particular com o mundo dos impressos: blocos, livros e catálogos, escolhidos por causa do formato, do tema original, ou do papel em que são impressos, viram suporte para colocar tinta e riscar, depois escanear e imprimir, continuando o processo em um ciclo imprevisível. Suas obras de arte podem parecer produtos, com embalagens e instruções de uso, e seus projetos comerciais podem ser subjetivos como obras de arte. Diverte-se reutilizando, sobrepondo, completando e transformando a própria produção, muitas vezes criando lógicas modulares que podem assumir diferentes formatos. Zimbres é artista visual formado pelo Instituto de Artes da UFRGS, com passagem pela FAUUSP. Como quadrinista, publicou na Folha de São Paulo e na Chiclete com Banana, entre tantos outros veículos. Os livros voltados para suas criações formam uma coleção difícil de rastrear, com destaque para “Panamá o Las Aventuras de mis Siete Tios”, “Música para Antropomorfos” e “Vida Boa”. Expõe regularmente em espaços alternativos, galerias de arte contemporânea e museus.

obras